Os Certificados de Aforro deverão atingir em setembro a taxa máxima de 2,5%, impulsionados pela subida da Euribor a três meses.
A taxa aplica-se à série F, atualmente em comercialização, e pode ainda ser acrescida dos prémios de permanência, que aumentam consoante os anos de investimento.
O valor mínimo de subscrição é de 100 euros, enquanto cada aforrador pode investir até 250 mil euros.
Os portugueses têm atualmente mais de 43 mil milhões de euros aplicados em Certificados de Aforro, que continuam a apresentar uma remuneração superior à média dos novos depósitos bancários, situada nos 1,55%.


