Antena Livre

Fornos de Algodres e Celorico da Beira são as únicas autarquias sem redução de IMI

Quase todas as autarquias da região vão manter em 2018 as reduções no Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para as famílias com filhos. As exceções são Celorico da Beira e Fornos de Algodres, que continuam em processo de saneamento financeiro.

Quase todas as autarquias da região vão manter em 2018 as reduções no Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para as famílias com filhos. As exceções são Celorico da Beira e Fornos de Algodres, que continuam em processo de saneamento financeiro.

Na grande maioria dos casos, um filho significa um desconto de 20 euros, dois 40 euros e três ou mais filhos 70 euros. Esta redução do imposto aplica-se a imóveis de habitação própria e permanente e acontece de forma automática. Nas restantes Câmaras da região os executivos deliberaram manter inalteradas as taxas em vigor no ano transato, mas em Celorico da Beira e Seia a opção foi baixar o IMI. Na edilidade celoricense a taxa máxima de 0,5 por cento que vigorou nos últimos anos por força das medidas de saneamento financeiro desce para 0,4 por cento este ano. Na prática, se o imóvel estiver avaliado em 85 mil euros, o proprietário vai agora pagar 340 euros em vez de 425 euros. Ou seja, menos 85 euros. Também haverá poupança no município senense, já que a autarquia decidiu reduzir o IMI de 0,48 para 0,45 por cento.

Em termos gerais, grande parte das autarquias continuará em 2018 a cobrar a taxa mínima deste imposto, de 0,3 por cento. São elas Almeida, Aguiar da Beira, Belmonte. Figueira de Castelo Rodrigo, Manteigas, Pinhel, Sabugal, Trancoso e Vila Nova de Foz Côa. Ligeiramente acima desse limite permanece Gouveia (0,37 por cento), enquanto Celorico da Beira, Fundão, Guarda e Mêda vão cobrar 0,40 por cento de taxa. Este ano os valores mais altos de IMI vigoram em Fornos de Algodres e Seia, onde os proprietários de imóveis urbanos terão que fazer contas com uma taxa de 0,45 por cento. Em Portugal, 52 concelhos decidiram baixar o IMI em 2018, enquanto nove autarquias deliberaram subir a taxa e 234 optaram por mantê-la inalterada, segundo os dados disponíveis no Portal das Finanças.

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